segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Espectativas de 2010


E mais uma vez um ano se passou. Entramos em 2010, e há dez anos muitos diziam que o mundo não passaria de 2000. É incrível como o tempo passa rápido e as coisas evoluem. Há 10 anos era difícil imaginar que veríamos pelo computador uma pessoa do outro lado do mundo, que estaríamos conectamos numa rede de bilhões de pessoas. Só assim para percebemos o quanto a tecnologia avança enquanto estamos entretidos num mundo virtual.

E o que esperamos ano após ano? Muita paz e dinheiro no bolso. Mas o que realmente deveríamos esperar? Que o mundo possa sobreviver a mais um ano, que as pessoas possam conviver mais harmoniosamente entre si, que as guerras terminem que a fome acabe que o desemprego diminua que a pobreza não exista que os animais não entrem em extinção, que haja terra para todos, que todos tenham direitos iguais e que o mundo se conscientize do aquecimento global e comecem a agir.

Talvez seja pedir muito, talvez eu esteja pedindo por uma causa perdida. Entretanto, queremos um mundo melhor, mas ninguém tem coragem de fazer alguma coisa. O que as pessoas não percebem é que se cada um fizesse a sua parte, seria uma grande contribuição para a sociedade. Isso se tornaria uma corrente e no fim a sociedade estaria fazendo uma grande contribuição para o mundo.

Ver uma pessoa pelo computador que esta do outro lado do mundo não vai ajudar a mudar o mundo para melhor. Pra que tantas tecnologias se nenhuma contribui para o meio ambiente? Que tal inventarem um carro que não polua o meio ambiente e seja favorável para todos, apesar de já ter, mas quem disse que todo mundo pode ter? Até todo mundo conseguir esse carro movido a bateria o meio ambiente já vai ter entrado em colapso

. E mais uma vez a tentativa de melhorar o mundo volta a estaca zero, porque industrias negam diminuir as emissões de gás carbônico, as pessoas insistem em usar o carro para todas as opções, insistem em jogar lixo nas ruas e evidentemente nunca aprenderam.

Não importa quantas cidades desapareçam pelas enchentes, quantas pessoas sofram por problemas respiratórios, o quanto as geleiras derretam e o quanto o clima mude devido o aquecimento global, ninguém vai aprender, ou talvez só quando for tarde demais.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Natal Capitalista

Mais uma vez final de ano, e assim começa toda aquela decoração de Natal. Vemos árvores espalhados pela cidade, toda aquela iluminação, enfeites, papai Noel gigantes em frente de Shopping, músicas natalinas, comercias de promoções de Natal, centros da cidades lotando de pessoas que buscam presentes para a família toda, amigos, conhecidos e até desconhecidos, crianças que escrevem cartas supostamente para o papai Noel querendo milhões os brinquedos do mais caros possíveis e tudo isso simplesmente na base do capitalismo.
O Natal é comemorado, aparentemente, o nascimento do menino Jesus Cristo. Por isso tem todo aquele sentimento de espírito natalino, família reunida, confraternização, época em que inimigos se tornam amigos, brigas passadas se tornam abraços futuras, intrigas em amizades, onde simplesmente o amor está no ar e todo mundo é amigo de todo mundo.
A questão é que com o passar do tempo, ano após ano, essa coisa de espírito natalino vem diminuindo nos corações das pessoas. É como se a maioria esquecesse que no Natal, nasceu nosso Salvador, aquele que se sacrificou pelos nossos pecados (segundo o catolicismo, pois nem todos tem essa visão), o Natal agora não é mais como antes. Depois que o capitalismo dominou o mundo, o Natal agora só se resume em compras, sejam elas comida para a ceia, roupas novas para passar a véspera, presentes para família e amigos e brinquedos para as crianças. Percebemos tudo isso pois um mês antes do Natal, lojas e mercados lançam seus super preços com um marketing infalível principalmente para aqueles consumistas.
Não sei se é impressão minha, mas esse ano, o Natal já passou mas nem parece que teve Natal. Pode ser por influência da crise mundial, ou por eu estar ocupada com inúmeras coisas, mas esse ano eu realmente não senti nem um pouco desse espírito natalino. Passou tão rápido e tão despercebido que acredito que muitos estão na mesma sensação que eu.
E é assim que mais uma data comemorativa perde o sentimentalismo devido ao capitalismo. Não vemos mais aquele 'o amor está no ar', a compaixão entre as pessoas, famílias e amigos. Não vemos mais o pecador ser perdoado. E a melhor conclusão que podemos ter é que isso tende a piorar.
Entretanto, eu acredito que ainda existam aqueles que veem o Natal ainda como um símbolo da fraternização, e acredito que assim possa existir uma corrente para que pelo menos uma vez podemos ter um dia sem o capitalismo na mente das pessoas.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Folha de Rosto

Tenho certeza que, acredito eu, a grande maioria sabe o significado de 'Folha de Rosto', e é deste modo e com essas palavras que inicio o meu primeiro post neste Blog. Me chamo Sendy, tenho uma vida basicamente que normal, mas como qualquer cidadã tenho minhas dúvidas e criticas. E é por esse meio que quero expressa-las.
Não sou formada e nem uma profissional, mas é por esse modo que quero demonstrar a minha capacidade na área de escrever, na minha visão crítica e no meu modo de avaliar.
Pretendo escrever aqui sobre tudo o que é possível discutir, tanto relacionado na política quanto como certas coisas fazem sentido à nossa vida.
Talvez o que eu escreva aqui não vá mudar o mundo, mas sim conscientizar a sociedade, ou pelo menos de quem irá ler.
Opinião nunca é de mais por isso estou aberta sujeita a novas opiniões, já que provavelmente não irei agradar a muitos. Portanto, falando sério, esta aqui uma nova blogueira pronta para falar o que der e vier.